“Em 17 de Abril de 2009 quatro pessoas foram consideradas culpadas pela corte sueca pelo crime de promover a quebra da lei de direitos autorais por manterem um site de compartilhamento de conteúdos na internet. O site Pirate Bay desde 2003 funciona como um tracker BitTorrent, operacionalizando uma rede de trocas online baseada na cultura de distribuição aberta e livre de manifestações culturais das mais diversas, entre filmes, música, jogos e outros.” *
Afinal como deve funcionar a questão da disseminação da informação pela internet? É crime ou não? É plagio?? Falta de ética? É muito fácil ser a favor quando apenas se utiliza as informações, mas e se você fosse o autor, como você enxergaria a divulgação e a utilização do que você produziu.
Atualmente existem algumas companhias virtuais que trabalham somente com proteção de propriedade de conteúdos, onde para você utilizar precisa concordar com termos específicos de uso, como por exemplo o grupobrio.com.br/termos.html onde O GrupoBRIO autoriza a fazer uma única cópia impressa para seu uso com propósito de aprendizado, avaliação ou participação e temos também o feroz Copyrigh que engata processos milionários incluive sobre o citado acima, e que vem delimitando os conceitos de direitos sobre obras no mundo virtual.
Perguntamos através de uma enquete, se o entrevistado daria liberdade autoral de uma produção sua na internet e o resultado obtido foi o seguinte:
Percebemos através desta pesquisa que 55,6% dos entrevistados preferiram impor restrições a sua produção, 33,4% não se importariam, 11% não cederiam e nenhum assinalou a opção de desconhecimento. A questão dos direitos é muito mais complexa quando se trata da ótica de quem produz, mesmo sendo considerada um obstáculo para o desenvolvimento da inteligencia coletiva.
*http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/04/445331.shtml em 01/03/2011 às 15:23hs

Essa discussão vem de longe e vai muito longe ainda. Alguns artistas já liberaram a divulgação de suas músicas livremente, já outros restringem tanto que acabam no esquecimento, já que estamos entrado numa era em que o acesso é defendido por uma geração que não tem fronteiras. Conflito de gerações? Talvez seja um avanço ou talves um retrocesso.
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